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Natal/RN, 17 de novembro de 2020



Quando Sâmara disse que se inscreveu na oficina pensando em aprender mais sobre audiovisual e acabou também aprendendo sobre sua cidade, me identifiquei imediatamente e senti mais ainda a força do projeto.


Aprendo mais do que ensino quando dou oficina, e o projeto Caravana Rec começou em grande estilo, em grande estalo, com os alunos dando a ideia de resgatar a memória de Mossoró numa afetividade grande, do tamanho do oeste potiguar. Ao sugerir que o curta do trabalho final da oficina fosse sobre o Teatro Lauro Monte Filho, onde estávamos fazendo a oficina, e à distância (devido ao protocolo desses tempos de pandemia), aproximamos nossos corações e mentes na metalinguagem da alma.


Agora vamos pra Currais Novos, e o meu imaginário já lembra das pedras preciosas, e já vou percebendo que o Caravana Rec é pedra preciosa potiguar, que a gente vai lapidando a cada viagem, equipe e alunos, num processo orgânico, criativo, de troca de saberes e afeto, mais do que necessário nesses tempos difíceis.



Diário estradeiro / Pg 4 por Carito Cavalcanti

Fotos: @caruru.prod

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